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Thaina Oliveira, de 28 anos, morreu após vários dias internada em estado crítico no Hospital Geral de Camaçari, na Região Metropolitana eSalvador (RMS).  Ela lutava para se recuperar das agressões sofridas durante a madrugada de terça-feira (02/12).

Grávida de 26 semanas, ela não resistiu ao afundamento de crânio e às lesões cerebrais provocadas pela violência do companheiro.

O que aconteceu antes do ataque

Moradores contaram que o casal havia chegado há pouco tempo ao local. Thaina, que trabalhava em um resort na Praia do Forte, estava de folga. Ela passou parte da tarde de segunda-feira com amigas perto do rio. Ao voltar para casa, segundo relatos, enfrentou uma discussão com o companheiro. A briga se agravou até chegar às agressões que a deixaram entre a vida e a morte.

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Lesões em Thaina Oliveira

A equipe médica descreveu ferimentos extensos. Entre eles:

  • fraturas na cabeça,
  • sangramento nasal intenso,
  • danos severos no cérebro,
  • desfiguração do rosto.

Ela recebeu os primeiros socorros na UPA de Praia do Forte. Por causa da gravidade, foi transferida para o HGC em Camaçari já intubada e inconsciente. O crime aconteceu na comunidade do Diogo, no litoral de Mata de São João.

No hospital, médicos iniciaram o protocolo de morte encefálica após constatar que funções neurológicas essenciais, ligadas aos movimentos do corpo, estavam comprometidas. O quadro não apresentou melhora, e Thaina morreu dias depois.

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Investigações

O agressor fugiu logo após o crime e continua fora do radar da polícia. A comunidade vive um clima de choque e medo, enquanto equipes fazem buscas pelo suspeito. O delegado Joaquim conduz as investigações e trata o caso como feminicídio.

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