A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, Sesab, confirmou que monitora seis casos suspeitos de Mpox na Bahia e revelou os detalhes. O órgão também desmentiu informações que circulam nas redes sociais sobre um suposto surto com 38 casos confirmados no estado.
Segundo o boletim mais recente da vigilância epidemiológica, a notícia de 38 confirmações é falsa. Até agora, a Bahia investiga apenas seis ocorrências classificadas como suspeitas. Ou seja, os pacientes apresentam sintomas compatíveis com a doença, mas os exames laboratoriais ainda não concluíram o diagnóstico.
O que se sabe até o momento os casos suspeitos na Bahia?des
A Sesab detalhou o cenário atual:
- Classificação técnica: Os seis casos são apenas “suspeitos”, pois os pacientes têm sintomas compatíveis, mas sem diagnóstico fechado.
- Investigação laboratorial: O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-BA) processa as amostras para confirmar ou descartar o vírus.
- Carnaval: A Sesab informou que nenhuma das suspeitas investigadas possui ligação com as festas de rua recentes.
A secretaria reforçou que acompanha cada notificação com base em critérios técnicos. O objetivo é evitar ruídos e garantir transparência nas informações.
Boatos preocupam autoridades
A circulação de números inflados gerou alerta dentro da gestão estadual. Informações sem fonte oficial criam insegurança e ampliam o medo coletivo. Além disso, boatos podem pressionar desnecessariamente unidades de saúde.
Por isso, a Sesab orienta a população a buscar dados apenas em canais oficiais ou na imprensa profissional. Em temas de saúde pública, precisão faz diferença.
Sintomas e formas de transmissão da Mpox
A Mpox é uma doença viral. Os principais sintomas incluem:
- febre súbita
- inchaço dos gânglios, as chamadas ínguas
- erupções ou bolhas na pele
O vírus se espalha principalmente por contato direto com lesões cutâneas ou secreções de pessoas infectadas.
Quem notar esses sinais deve procurar uma unidade de saúde imediatamente. O isolamento é fundamental até que o resultado do exame descarte a infecção. A rapidez no atendimento ajuda a frear a transmissão e garante o cuidado adequado ao paciente.
O cenário, neste momento, exige atenção, mas não pânico. A Bahia segue em monitoramento constante e divulga atualizações conforme os resultados laboratoriais avancem.





