Um jovem foi assassinado na madrugada desta segunda-feira (11/05), em uma área conhecida como Bico Doce, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
A vítima, identificada como Renê Almeida dos Reis, saiu de casa para participar de uma festa de paredão na região da Ceasa, segundo relatos da família.

Renê, que trabalhava com corridas por aplicativo, era filho de Tieta, homem bastante conhecido em Simões Filho. O jovem morava com o pai na região da Pitanguinha Nova, onde também funciona a borracharia da família. Segundo familiares, além de atuar como motociclista de aplicativo, ele ajudava o pai no trabalho sempre que estava de folga.
O que realmente aconteceu com Renê?
De acordo com informações relatadas por familiares, Renê saiu de casa por volta das 20h de domingo (10/05). Antes de sair, ele teria avisado ao pai que iria para um paredão realizado na região da Ceasa, em uma localidade conhecida como Cepel.
Horas depois, o pai começou a tentar contato com o filho, mas não conseguiu mais respostas. Informações preliminares apontam que Renê pode ter sido sequestrado ainda durante o evento e levado para outro local antes de ser executado.
A cena do crime chamou atenção pela violência. Segundo relatos da polícia, criminosos atingiram o jovem com diversos disparos de armas calibres 9mm e ponto 40. A perícia identificou pelo menos cerca de 15 perfurações pelo corpo. O rosto ficou totalmente desfigurado. Os braços também estavam amarrados, característica comum em execuções.

Família recebeu a notícia
Já no início da manhã, o pai recebeu a notícia da morte do filho. Encontraram o corpo às margens da Rua Bico Doce. Segundo relatos iniciais, a vítima apresentava diversas marcas de tiros, principalmente na cabeça.
Família diz que Renê era trabalhador
O pai da vítima, dono de uma borracharia na região da Pitanguinha, afirmou que o filho ajudava no comércio da família e também trabalhava com corridas de aplicativo utilizando motocicleta. Amigos descreveram Renê como um rapaz educado e trabalhador.
Polícia investiga motocicleta encontrada na cena do crime
A Polícia encontrou uma motocicleta modelo Honda Sahara, sem placa, próximo ao local onde o corpo estava. Segundo a família, o veículo não pertencia à vítima.
Agora, investigadores tentam descobrir se os criminosos utilizaram a moto durante a ação ou se ela tem ligação direta com o homicídio. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. A polícia ainda não prendeu ninguém.





