Um achado macabro chocou moradores de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, nesta quinta-feira, 26 de março.
Uma ossada humana apareceu em uma área do bairro Pitanga de Palmares e rapidamente gerou preocupação na comunidade. A descoberta reacendeu um temor antigo entre moradores, a possível existência de um cemitério clandestino na região.

O que aconteceu?
O caso começou quando um catador de piaçava circulava pelo local. Durante o trabalho, ele percebeu restos humanos espalhados e interrompeu a atividade. Assustado, ele chamou a polícia imediatamente. A situação mobilizou equipes da 22ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM, que chegaram pouco depois e confirmaram a informação ao encontrar a ossada em meio à vegetação.

Logo após a confirmação, a Polícia Militar acionou o Departamento de Polícia Técnica, o DPT. Peritos foram até o local e iniciaram os trabalhos de análise e remoção dos restos mortais. A equipe também encontrou peças de roupa, uma calça e uma camisa, próximas à ossada, o que pode ajudar na identificação.
Agora, o material segue para o Instituto Médico Legal, o Instituto Pedro Mello. Lá, especialistas vão realizar exames detalhados. A prioridade é descobrir a identidade da vítima e, se possível, a causa da morte.
Esse tipo de análise costuma exigir tempo. Mesmo assim, investigadores tratam o caso como prioridade, já que o estado da ossada pode indicar um crime antigo.

Indícios apontam tempo prolongado da ossada
Segundo avaliação inicial da polícia, a ossada está no local há mais de um ano. O estado avançado de decomposição reforça essa hipótese. Ainda assim, os peritos precisam confirmar essa estimativa com exames técnicos.
A descoberta levanta outra questão importante. A área pode esconder outros corpos?
Enquanto isso, a polícia mantém a investigação em andamento. Equipes devem retornar ao local para novas buscas. A intenção é verificar se há mais vestígios ou restos humanos na região. O caso segue sob investigação.





