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A situação da saúde pública em Simões Filho gera revolta e desespero entre moradores, especialmente mães atípicas e idosos, que denunciam dificuldades graves para conseguir atendimento básico e especializado no município. O cenário ficou evidente na manhã desta quinta-feira (23/04). Veja o vídeo mais abaixo!

Crise na saúde em Simões Filho leva mães a fecharem via no centro em protesto por atendimento 1
Crédito: (Divulgação/N1N)

Mães atípicas e idosos relatam rotina difícil

Entre os relatos, há histórias que se repetem. São mães e pais que chegaram ainda durante a madrugada, por volta de 1h. Mães atípicas enfrentam filas longas, incertezas e ausência de suporte adequado. O cuidado com os filhos exige acompanhamento constante, mas o acesso não acontece como deveria.

Ao mesmo tempo, idosos com doenças neurológicas relatam interrupções no tratamento. Sem consultas regulares, o risco de piora aumenta. E isso preocupa.

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Omissão da Prefeitura de Simões Filho

Segundo relatos da comunidade, a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Saúde estariam ignorando a crescente demanda por consultas neurológicas, fundamentais para o acompanhamento de crianças com transtornos do neurodesenvolvimento e também de adultos e idosos que dependem desse tipo de assistência.

A população afirma que os órgãos responsáveis não apresentam soluções diante da procura crescente por esse tipo de serviço.

Protestos e bloqueio de via no Centro

Crise na saúde em Simões Filho leva mães a fecharem via no centro em protesto por atendimento
Crédito: (Divulgação/N1N)

Sem respostas, moradores decidiram agir na manha desta quinta-feira (23/04). Um grupo se reuniu em frente à Secretaria de Saúde para cobrar providências. A manifestação ganhou força e, em determinado momento, interditou a Avenida Luiz Eduardo Magalhães.

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O protesto chamou atenção para o que os participantes classificam como abandono. A mobilização reflete o limite da população diante da falta de assistência.

Veja o vídeo

 

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Número limitado de vagas gera revolta

Os números ajudam a entender o problema. Segundo os denunciantes, a prefeitura só libera para retorno cerca de 13 fichas para crianças e apenas 7 para adultos. Pouco, diante da quantidade de pacientes que aguardam atendimento.

Muitos esperam há meses. Outros, há anos. O impacto disso vai além da espera. Sem acompanhamento regular, quadros clínicos podem se agravar.

Cobrança por soluções

Até agora, segundo os manifestantes, a gestão municipal não apresentou uma resposta clara. A falta de posicionamento amplia a insatisfação.

Diante disso, moradores pedem medidas urgentes. Eles cobram mais transparência na distribuição de vagas e ampliação do atendimento especializado.

No centro dessa discussão está algo maior. Não se trata apenas de eficiência administrativa. A população fala sobre dignidade, acesso e o direito básico à saúde.

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