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Quem manteve mais de R$ 5 mil em criptoativos ao longo de 2025 precisa redobrar o cuidado com a declaração do Imposto de Renda 2026. A Receita Federal ampliou o foco sobre esse tipo de ativo, impulsionada pela valorização do Bitcoin frente ao dólar e pelo aumento do número de investidores no país.

A regra vale mesmo para quem não vendeu criptomoedas no período. O fisco quer saber quanto o contribuinte pagou pelos ativos e onde eles estão guardados. Ignorar esse ponto pode gerar inconsistências e abrir caminho para a malha fina.

Quem precisa declarar criptomoedas em 2026

A obrigação recai sobre quem possuía mais de R$ 5 mil em criptoativos em 31 de dezembro de 2025. O critério usado pela Receita é o custo de aquisição, não o valor de mercado na data da declaração.

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Isso muda pouco para quem viu o preço cair. Ainda assim, a informação precisa constar no documento enviado ao fisco. A Receita cruza dados e espera coerência entre patrimônio, renda e movimentações.

Alguns leitores relatam que o processo de declaração digital tem sido direto.

  • “Achei muito rápido, sem tanta burocracia.”
  • “Aplicativo bem fácil de usar.”
  • “Atenção e respeito à minha necessidade.”
  • “É um aplicativo muito bom, tudo que tem nele é verdade.”

Quais criptoativos entram na declaração

A exigência não se limita ao Bitcoin. A Receita inclui todos os criptoativos mantidos pelo contribuinte, como:

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  • Bitcoin
  • Altcoins, a exemplo do Ethereum
  • Stablecoins
  • NFTs, os tokens não fungíveis

Cada ativo deve aparecer de forma individualizada na declaração do Imposto de Renda. Nada de somar tudo em um único campo.

Como declarar e evitar problemas com a Receita

As criptomoedas entram na ficha “Bens e Direitos”. O contribuinte precisa escolher o código correto e descrever o tipo de criptoativo, a quantidade e o custo de aquisição.

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Quem usa carteira digital própria, como hardware wallet, também deve informar essa condição. Esse detalhe ajuda a Receita a entender onde o ativo está custodiado.

O preenchimento exige atenção às datas e aos valores. Um erro simples pode gerar questionamentos.

No radar dos investidores está a Medida Provisória nº 1.303/25, ainda em análise no Congresso. O texto pode mudar a isenção para vendas de até R$ 35 mil e alterar alíquotas sobre criptomoedas.

Outra mudança já tem data. A partir de julho de 2026, a Declaração de Criptoativos, a DeCripto, passa a ser o principal canal de reporte das operações. A recomendação de especialistas é acompanhar as regras de perto para manter tudo em dia com o fisco.

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Jerffeson Leone

Jerffeson Leone possui ampla experiência na área de comunicação. Atuou na Rede Internacional de Televisão (MT) e foi diretor e redator do portal Informe Brasil. Atualmente, exerce o cargo de Diretor Executivo e Editor-Chefe do portal N1N, onde lidera a equipe editorial.

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