O Brasil segue como destaque na América Latina quando o assunto é número de bilionários. Segundo a Forbes 2025, 55 brasileiros aparecem entre os mais ricos do planeta. As fortunas se dividem entre tecnologia, bancos, indústrias, comércio e até cosméticos, mostrando a diversidade de setores que moldam a economia.
1. A liderança segue com Eduardo Saverin

Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, ocupa o topo da lista dos bilionários brasileiros em 2025. Nasceu em São Paulo, mas vive em Singapura.
- Fortuna: 34,5 bilhões de dólares
- equivale a cerca de 175,9 bilhões de reais
Com uma carreira internacional consolidada, Saverin se tornou referência no setor de tecnologia. Ao investir em empresas inovadoras, Saverin mostra que segue relevante mesmo após deixar o Facebook. Sua visão de futuro e a confiança em negócios digitais garantem não apenas bons resultados, mas também um lugar de destaque entre os bilionários brasileiros.
2. Vicky Safra mantém o império financeiro

Viúva do banqueiro Joseph Safra, Vicky Safra herdou uma das maiores fortunas do mundo em 2020. Residente na Suíça, ela administra negócios ligados a bancos, imóveis e investimentos, preservando o legado da família.
- Fortuna: US$ 20,7 bilhões
- aproximadamente R$ 105,5 bilhões
A presença de Vicky na lista mostra a força da tradição financeira no Brasil. A família Safra é referência mundial em solidez e gestão patrimonial. Mesmo após a perda de Joseph Safra, o império segue ativo em diferentes mercados internacionais, mantendo-se entre os mais respeitados do setor bancário.
3. Jorge Paulo Lemann: do Brasil para o mundo

Com 85 anos, Jorge Paulo Lemann permanece como um dos empresários mais influentes do planeta. Ele é um dos fundadores da 3G Capital, grupo responsável por transformar grandes marcas globais.
- Fortuna: US$ 16,4 bilhões
- cerca de R$ 83,6 bilhões
A trajetória de Lemann é marcada pela estratégia e pela aposta em fusões e aquisições. Empresas como Burger King, Kraft Heinz e AB InBev fazem parte de sua história. Sua visão de longo prazo o tornou exemplo para empreendedores e investidores que buscam transformar negócios em líderes internacionais.
4. A nova geração: David Vélez e o Nubank

David Vélez, colombiano naturalizado brasileiro, conquistou espaço ao fundar o Nubank, um dos maiores bancos digitais do mundo. Com soluções simples, ele transformou a forma como milhões de brasileiros acessam serviços financeiros.
- Fortuna: US$ 10,7 bilhões
- aproximadamente R$ 54,5 bilhões
O Nubank revolucionou o mercado ao eliminar burocracias e facilitar o crédito. O modelo atraiu milhões de clientes no Brasil e em outros países da América Latina. A história de Vélez mostra como a inovação pode competir de igual para igual com impérios tradicionais do setor bancário.
5. Carlos Alberto Sicupira e a força da 3G Capital

Ao 77 anos, Carlos Alberto Sicupira, parceiro de Lemann, também figura entre os mais ricos. Assim como outros membros da 3G Capital, ele vive na Suíça e segue participando das decisões estratégicas do grupo.
- Fortuna: US$ 7,6 bilhões
- cerca de R$ 38,7 bilhões
A presença de Sicupira reforça o peso da 3G Capital no cenário global. Com um portfólio que reúne marcas de alcance mundial, especialmente no setor de alimentos e bebidas, o fundo mantém protagonismo. A experiência e a visão estratégica de seus gestores garantem que ele siga entre os players mais influentes e respeitados do mercado global.
Outros bilionários que completam o top 10
Além dos nomes mais conhecidos, a lista da Forbes inclui outros grandes empresários brasileiros que mantêm impérios consolidados em diferentes áreas da economia:
- André Esteves — US$ 6,9 bilhões (BTG Pactual, setor financeiro).
- Fernando Roberto Moreira Salles — US$ 6,5 bilhões (Grupo Itaú-Unibanco).
- Miguel Krigsner — US$ 6,1 bilhões (fundador do Grupo O Boticário).
- Pedro Moreira Salles — US$ 6,1 bilhões (Itaú-Unibanco e setor financeiro).
- Alexandre Behring — US$ 5,7 bilhões (cofundador da 3G Capital).
O que essa lista revela sobre o Brasil
O ranking mostra que o Brasil tem um perfil de bilionários muito ligado ao setor financeiro, mas também evidencia o avanço da tecnologia e da inovação.





