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Quem já tirou ou está prestes a tirar o novo RG, a Carteira de Identidade Nacional (CIN), precisa ficar atento a um detalhe que muita gente ainda não sabe. O Governo Federal confirmou que o documento não pode ser plastificado. Mas a orientação não para por aí. Além de explicar o motivo da proibição, o governo também detalha o que você pode e o que não pode fazer com o novo RG para garantir que ele continue válido em todas as situações.

Quer entender como proteger sua CIN sem correr riscos? Confira a seguir as principais recomendações

Por que o novo RG não pode ser plastificado?

O novo modelo de identidade foi criado para trazer mais segurança e praticidade ao cidadão. Ele já vem com uma série de recursos tecnológicos embutidos. Entre eles estão o QR Code, que permite checar a autenticidade em tempo real, e o código MRZ, a mesma tecnologia usada em passaportes, lida por sistemas automatizados.

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O problema é simples: se a CIN for plastificada, essas camadas de segurança podem parar de funcionar. Em outras palavras, o documento pode não ser lido corretamente em bancos, aeroportos ou repartições públicas — o que gera transtornos e até a necessidade de emitir uma segunda via.

O que não pode fazer com o novo CIN

  • Plastificar o documento (proibido, pois danifica QR Code e MRZ);
  • Dobrar ou amassar a carteira, o que prejudica os elementos de segurança;
  • Rasurar, riscar ou apagar dados impressos;
  • Expor a altas temperaturas (como deixar no carro ao sol);
  • Lavar junto a roupas ou molhar, o que compromete a durabilidade;
  • Tentar alterar qualquer informação impressa ou eletrônica.

O que pode fazer com o novo CIN

  • Usar capinha protetora transparente específica para documentos;
  • Guardar em locais seguros, longe de umidade e calor excessivo;
  • Manter o documento em bom estado, sem dobrar ou riscar;
  • Apresentar em formato digital, através do aplicativo Gov.br (quando disponível e aceito);
  • Utilizar em viagens nacionais, já que o documento segue padrão nacional de identificação;
  • Conferir a autenticidade pelo QR Code oficial, que funciona mesmo offline.

O que diz o comunicado oficial

O governo estaduais tem reforçado em comunicados que a plastificação não é permitida. A prática pode comprometer os elementos de segurança do documento e, consequentemente, colocar o cidadão em risco de ter a identidade invalidada em determinados sistemas.

Mais do que um detalhe, trata-se de uma questão de segurança pública. Afinal, o novo RG foi projetado justamente para reduzir fraudes e garantir mais confiabilidade. Qualquer intervenção indevida enfraquece esse propósito.

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Como proteger o CIN sem riscos

A boa notícia é que existem alternativas simples para manter a CIN em bom estado sem correr riscos:

  • Use capinhas de proteção transparentes, facilmente encontradas em papelarias;
  • Evite deixar o documento exposto a umidade, calor excessivo ou atrito;
  • Não dobre nem risque as áreas do QR Code e do MRZ;
  • Guarde em local seguro, lembrando sempre que é um documento de alto valor pessoal.

Esses pequenos cuidados ajudam a manter a carteira intacta e garantem sua durabilidade.

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O que isso muda para você

Com a adoção da CIN, o Brasil passa a seguir padrões internacionais de identificação, aumentando a segurança e facilitando processos que dependem da comprovação de identidade. Para o cidadão, isso significa menos risco de fraudes e mais agilidade em verificações.

Por outro lado, é preciso mudar alguns hábitos antigos. Plastificar documentos, prática comum em outras gerações, agora ficou para trás. A nova realidade pede cuidados diferentes, mas igualmente simples de adotar.

Em resumo

O recado é direto: não plastifique o novo RG. A Carteira de Identidade Nacional já vem pronta para resistir ao uso cotidiano e não precisa de plastificação. Quem deseja proteger o documento deve optar apenas por capinhas adequadas e seguir as recomendações de cuidado.

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Jerffeson Leone

Jerffeson Leone possui ampla experiência na área de comunicação. Atuou na Rede Internacional de Televisão (MT) e foi diretor e redator do portal Informe Brasil. Atualmente, exerce o cargo de Diretor Executivo e Editor-Chefe do portal N1N, onde lidera a equipe editorial.