O programa Minha Casa Minha Vida voltou ao centro das políticas habitacionais do país com foco claro em quem mais precisa. Criado para reduzir o déficit de moradia, o MCMV estabelece critérios objetivos de prioridade, definidos pelo governo federal, para selecionar famílias em situação de maior vulnerabilidade social. A regra vale em todo o Brasil e orienta estados e municípios na distribuição das unidades.
Logo no primeiro filtro, a renda pesa. A Faixa 1 concentra o público prioritário, formado por famílias de baixa renda que enfrentam dificuldades históricas de acesso à moradia digna. Mas não é só o salário que conta. O perfil social faz diferença e, muitas vezes, decide quem entra primeiro na lista.
Quem tem prioridade no Minha Casa Minha Vida
Os critérios nacionais priorizam grupos que enfrentam riscos maiores no dia a dia. Entre eles estão:
- Famílias chefiadas por mulheres, desde que a responsável seja titular do Cadastro Único.
- Famílias com pessoas com deficiência, doenças graves ou condições degenerativas.
- Famílias com idosos ou crianças e adolescentes, com menores de 18 anos no núcleo familiar.
- Pessoas em vulnerabilidade social, como moradores de áreas de risco, locais insalubres, situação de rua, ou famílias desabrigadas e desalojadas.
- Mulheres vítimas de violência doméstica, com comprovação formal da situação.
Esses grupos recebem pontuação maior nos processos de seleção, o que acelera o acesso ao benefício.
Requisitos para entrar na Faixa 1
Mesmo com prioridade, o programa exige regras básicas. A família precisa:
- Ter renda mensal bruta de até R$ 2.850,00.
- Manter o Cadastro Único atualizado.
- Não possuir imóvel próprio.
- Não ter recebido benefício habitacional anterior.
Onde fazer a inscrição
O cadastro acontece no município. O interessado deve procurar a Secretaria de Habitação ou o CRAS, onde é feito o registro no CadÚnico e a inscrição nos programas habitacionais locais. A partir daí, a família passa a concorrer conforme os critérios oficiais do Minha Casa Minha Vida.





