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O valor das aposentadorias e pensões do INSS que ultrapassam o salário mínimo vão subir a partir de janeiro de 2026. Quem receber um salário mínimo também terá aumento.

O governo estima um reajuste de 4,66%, calculado com base na inflação projetada para 2025, medida pelo INPC. Embora o número ainda não esteja cravado, a expectativa é que ele se confirme logo no início do próximo ano, quando o IBGE divulgar os dados consolidados.

Esse tipo de correção acontece anualmente para proteger o poder de compra dos segurados. Afinal, com o custo de vida subindo, o benefício precisa acompanhar esse ritmo.

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Quando o novo valor entra em vigor

O aumento deve ser aplicado já nos pagamentos do final do mês janeiro e incio de fevereiro de 2026. A referência será a inflação acumulada ao longo de 2025. Até lá, o governo publica um decreto oficializando os percentuais. Isso normalmente acontece nas últimas semanas de dezembro.

Beneficiários que recebem o salário mínimo também serão impactados

Quem recebe o valor mínimo do INSS também terá aumento, mas com base em outro cálculo. Nesse caso, o reajuste segue a projeção do novo salário mínimo. De acordo com o projeto de orçamento do próximo ano, o piso nacional deve subir de R$ 1.518 para R$ 1.631. Ou seja, os segurados nessa faixa terão um acréscimo de R$ 113 mensais.

O reajuste não será o mesmo para todos os aposentados

O índice de 4,66% só vale para quem recebe acima do piso previdenciário. Os demais acompanham o reajuste do salário mínimo, que geralmente é mais generoso que a inflação acumulada. Isso cria uma diferença no valor final dos depósitos, mesmo dentro do mesmo grupo de beneficiários.

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A estimativa ainda pode mudar

Embora o percentual esteja em todas as previsões oficiais, ele ainda não é definitivo. O número final depende da inflação real de 2025, que será conhecida apenas em janeiro de 2026. Se a alta dos preços for maior ou menor que o esperado, o valor dos benefícios será ajustado proporcionalmente.

Por que o INSS aplica reajustes todos os anos

A lógica é simples: manter o poder de compra dos beneficiários. A cada ano, a inflação corrói um pouco da renda. Por isso, o reajuste tenta repor essa perda. Mesmo que o aumento nem sempre cubra todos os gastos que cresceram no período, ele evita que o valor do benefício fique congelado enquanto o custo de vida sobe.

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Jerffeson Leone

Jerffeson Leone possui ampla experiência na área de comunicação. Atuou na Rede Internacional de Televisão (MT) e foi diretor e redator do portal Informe Brasil. Atualmente, exerce o cargo de Diretor Executivo e Editor-Chefe do portal N1N, onde lidera a equipe editorial.