Ah, o cheirinho de café passado na hora… No Brasil, isso é mais que uma bebida, é quase um abraço na xícara, né? Seja para despertar de vez ou para dar aquela pausa gostosa depois do almoço, o café preto faz parte da nossa vida.
Mas aí fica aquela pulga atrás da orelha: será que essa paixão nacional faz bem ou mal para o coração? A verdade é que ele pode ser as duas coisas. Vem que eu te explico o que acontece com seu corção quando você toma aquela xícara.
“Eu medi minha vida com colheres de café” (ELIOT, 1917, p. 13).
O lado bom do cafezinho:
O lado que pede atenção:
A gente sabe que tudo em excesso faz mal, e com o café não é diferente. Virar uma garrafa de café por dia pode sobrecarregar o coração. O excesso de adrenalina pode causar aquela “batedeira” (palpitação), ansiedade e até aumentar a pressão. Se você já tem pressão alta ou arritmia, o cuidado tem que ser redobrado.
“As ideias começam a se mover como os batalhões de um grande exército” (BALZAC, 2011, p. 21).
Dica de ouro: tome café puro!
O café preto, sem açúcar, é a melhor pedida. Além de não ter calorias, você evita os picos de açúcar no sangue, que, no fim das contas, também não são amigos da saúde do coração.
Então, qual a quantidade certa de café?
Para não ter erro, a recomendação geral dos especialistas é ficar na casa dos 400 mg de cafeína por dia. Isso dá umas 3 a 4 xícaras de café coado. Passando disso, você já corre o risco de sentir os efeitos negativos.
No fim das contas, o café não precisa ser o vilão. Se você souber apreciar com moderação, ele pode ser um grande parceiro da sua saúde. Na dúvida, bater um papo com seu médico é sempre a melhor solução!





