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Adla Oliveira Cunha, de 36 anos, está desaparecida, e sua família vive dias de profunda angústia enquanto tenta compreender o que pode ter acontecido. A mãe de Adla, emocionalmente abalada, tem buscado respostas em meio a informações e relatos que chegam de todos os lados. O desaparecimento, que já mobiliza familiares e amigos, ganha novos contornos a partir de revelações feitas pela própria mãe da jovem.

A mãe de Adla rompe o silêncio

Exausta pela tensão dos últimos dias, a mãe conta que uma das informações mais inquietantes que recebeu veio justamente do atual namorado da filha. Ela lembra em detalhes como tudo aconteceu — e como o comportamento dele acendeu um alerta.

“Uma dessas informações veio do atual namorado da minha filha, que acabou entrando em contato comigo. Ele me mandou um áudio dizendo que precisava falar comigo sobre um assunto sério, que era para marcar para ele vir à minha casa. Eu só fui abrir esse áudio depois de três dias, porque já estava há 15 dias com a pressão alta e não tinha condições. Quando ouvi, falei com ele. Ele disse que não era nada demais, que era apenas para saber notícias da minha filha.”, disse em entrevista a imprensa.

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A mãe relata que, naquele momento, algo pareceu estranho. A aparente preocupação do rapaz, seguida de tentativas de minimizar o assunto, apenas aumentou sua desconfiança.

“Aí eu já desconfiei que eles estavam sabendo de alguma coisa. E, quanto mais falava, mais se enrolava. Depois mandou eu esquecer essa conversa. Então, tudo indica que ele sabe de algo.”

Versões do namorado apontam para Simões Filho

As contradições do namorado não pararam por aí. Segundo a mãe, ele apresentou mais de uma versão sobre o paradeiro de Adla — e todas elas alarmantes.

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A primeira teria sido repassada por ele a um dos familiares de Adla:

“A primeira informação que o namorado dela deu a uma pessoa da minha família foi que um rapaz de Simões Filho matou minha filha. Ele disse que sabia quem era o rapaz e sabia onde morava.”

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Dias depois, uma nova versão surgiu, ainda mais confusa e carregada de tensão:

“A segunda versão dele foi essa semana. Ele ligou pra duas pessoas da minha família dizendo que minha filha estava morta, que mataram em Simões Filho, e que duas pessoas ameaçaram ela.”

As múltiplas afirmações, sem provas e sem clareza, só aumentam o desespero da mãe, que tenta se manter forte enquanto busca entender em quem pode confiar.

“Armaram para Adla”

Emocionada, a mãe de Adla afirma ter recebido outros relatos que indicam que sua filha pode ter caído em uma emboscada — e que pessoas de sua convivência estariam envolvidas.

“Eu tenho várias informações que armaram pra ela, armaram pra ela… e foram pessoas próximas a ela que arrumou pra ela.”

O relato da mãe de Adla foi extraído de entrevista concedida à reportagem do Alô Juca, da TV Aratu/SBT.

O dia que Adla desapareceu

Segundo familiares, Adla é de Mata de São João, mas não possui residência fixa e costumava circular entre Mata de São João, Dias d’Ávila, Camaçari e Simões Filho.

A última notícia que a família recebeu é que viram Adla em frente a uma drogaria de Dias d’Ávila no dia 4 de outubro. De lá, ela teria seguido para Madre de Deus, onde deixou de dar notícias. Segundo a família, ela tem um filho de 10 anos.

De acordo com o pai, Arnaldo Oliveira, o último contato direto com a filha aconteceu há aproximadamente dois meses.

A família já registrou a ocorrência de desaparecimento na Polícia Civil, que continua as buscas. A família também pede que informem à Polícia Civil qualquer dado sobre o paradeiro de Adla.

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