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Quem poderia imaginar que aquela moedinha de R$ 1 real que a gente usa todo dia se tornaria um verdadeiro tesouro, não é mesmo? Ela foi lançada lá em 2016, na época dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio, e traz o simpático mascote Tom!

O que era pra ser só uma lembrancinha do esporte virou uma das moedas mais cobiçadas e valiosas que temos por aqui. Sabe quanto ela pode valer hoje? Se ela estiver bem conservada e tiver um detalhe técnico muito raro, pode alcançar até R$ 850 nas mãos dos colecionadores! Um achado e tanto!

Como é esta moeda?

Na época do lançamento, a maioria das pessoas nem reparou nessa moeda especial. Circulava normalmente no troco do mercado, no ônibus, em qualquer lugar. Mas o tempo passou, e o que era comum virou raridade. A tiragem foi limitada, a procura aumentou e os colecionadores começaram a disputar cada exemplar.

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A peça traz o mascote Tom, símbolo dos Jogos Paralímpicos, junto à logomarca oficial e à inscrição “BRASIL”. No verso, aparecem o grafismo indígena marajoara e a constelação do Cruzeiro do Sul, um toque artístico que homenageia o Pavilhão Nacional. Com esse design único, a moeda ganhou status de ícone entre os apaixonados por numismática, o hobby de colecionar moedas.

Moeda de 1 real das Olimpíadas com o mascote Tom
Imagem: YouTube

Como identificar a moeda rara

Para quem quer saber se tem essa preciosidade em casa, vale observar alguns detalhes definidos pelo Banco Central. O material mistura aço inox e bronze, o diâmetro é de 27 milímetros, a espessura tem 1,95 milímetro e a moeda pesa 7 gramas. O bordo tem serrilhado intermediário, e o modelo circula no país desde fevereiro de 2016.

Essas características ajudam a confirmar se a peça é realmente da série olímpica e se ela pode valer muito mais do que o valor estampado.

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As Olimpíadas de 2016

As Olimpíadas de 2016 marcaram o Brasil em vários sentidos. O país recebeu, pela primeira vez, um evento olímpico em solo sul-americano, enquanto atravessava uma crise política intensa. Poucos dias antes da abertura dos jogos, Dilma Rousseff deixava o cargo de presidente e Michel Temer assumia o governo.

Mesmo com esse cenário conturbado, o lançamento das moedas comemorativas foi um sucesso. Muita gente guardou pelo menos uma por lembrança, sem imaginar que, quase dez anos depois, ela se transformaria em um objeto de desejo para colecionadores do mundo todo.

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O segredo do valor está no reverso invertido

O que realmente faz essa moeda disparar de preço é o chamado reverso invertido. Esse detalhe acontece quando o verso da moeda fica virado ao contrário em relação à frente, algo que surge por falha na fabricação. O Brasil adota o padrão chamado “reverso moeda”, com eixo horizontal, mas quando o alinhamento sai errado, a peça se torna única.

Para testar, basta segurar a moeda com a frente voltada para você e girar de baixo para cima. Se o outro lado aparecer de cabeça para baixo, parabéns: você tem um exemplar com reverso invertido, e isso pode multiplicar o valor da moeda.

Esse tipo de erro é raro, e ninguém sabe exatamente quantas moedas com esse defeito foram cunhadas. Por isso, o preço pode variar muito. Quanto melhor a conservação e mais raro o defeito, mais caro o colecionador paga.

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Emerson Igor

Emerson Igor é estudante de Jornalismo, com dedicação à produção de conteúdos informativos e análise crítica dos fatos, sempre buscando transmitir notícias de forma clara, objetiva e responsável.