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Viajar pelas estradas brasileiras exige atenção redobrada. Em um país de dimensões enormes, qualquer medida que aumente a segurança faz diferença. Uma das mais comentadas ao longo dos últimos anos é a chamada Lei do Farol, criada para reduzir acidentes e dar mais visibilidade aos veículos. Mas muita gente ainda se pergunta: em 2025, essa regra continua valendo? E, principalmente, o que mudou desde que ela entrou em vigor?

Por que a lei foi criada

A regra nasceu depois de estudos que mostraram números preocupantes. Testes apontaram que um veículo com farol aceso pode ser até 60% mais visível. Essa diferença representa menos colisões frontais, especialmente em rodovias de pista simples, que concentram muitos acidentes graves.

Em outras palavras, o farol ligado salva vidas. Ele chama a atenção de quem vem em sentido contrário e evita que um simples descuido termine em tragédia.

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O que diz a lei em 2025

A lei começou em 2016 e e teve sua última atualziação em 2021, com a Lei 14.071. Desde então, ficou claro: o motorista deve usar o farol baixo durante o dia em rodovias de pista simples fora da cidade. Nas áreas urbanas, a obrigação não existe, mas atenção: em túneis, dias de neblina ou de chuva, o farol aceso continua indispensável.

E quem ignora essa regra sente no bolso. A multa custa R$ 130,16, além de render quatro pontos na CNH. Ou seja, não é só uma questão de cuidado com a vida, é também uma exigência legal com punição imediata.

No fundo, a norma é simples: farol baixo ligado nas estradas fora do perímetro urbano. Em 2025, isso segue valendo. Dentro da cidade, o condutor só precisa acender quando a visibilidade cair, seja por chuva, neblina ou passagem em túnel.

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Essa história começou lá atrás, em 2016, com a Lei nº 13.290. De lá para cá, os motoristas se acostumaram a ligar os faróis sempre que entram em uma rodovia. Cinco anos depois, em 2021, veio uma atualização para acabar de vez com as dúvidas, principalmente sobre o uso do farol em avenidas dentro das cidades. De lá pra cá, tudo ficou mais simples: as regras estão claras e o trânsito, bem mais seguro..

Regras específicas para motociclistas e coletivos

Se para os carros a lei tem algumas exceções, para outros veículos a exigência é total. Motos, motonetas e ciclomotores precisam andar sempre com o farol ligado, em qualquer rua ou estrada, a qualquer hora do dia. Essa regra não existe por acaso: quem anda de moto é quem mais corre risco no trânsito e precisa ser visto de longe.

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Já os veículos de transporte coletivo de passageiros também têm regra própria. Eles devem usar o farol baixo durante o dia sempre que circularem em pistas exclusivas. Essa medida aumenta a segurança de passageiros, pedestres e dos demais veículos que dividem o espaço.

Fique atento para não ser multado

O motorista que se esquece de acender o farol no trecho correto corre dois riscos: o da multa e o do acidente. Não vale a pena arriscar. A penalidade pesa no bolso e ainda acumula pontos na carteira. Mas, acima de tudo, a maior perda é colocar a própria vida em perigo.

Ao sair da cidade rumo a uma rodovia simples, a regra é clara: ligue o farol baixo e siga tranquilo. Se o tempo fechar, se cair aquela garoa ou se o trajeto tiver túneis, a obrigação também vale. No caso de motociclistas, a recomendação é direta: farol sempre aceso, sem exceção.

Vale a pena arriscar?

Definitivamente, não. O farol baixo ligado é uma medida simples, barata e eficaz. Ele reduz o risco de acidentes e evita multas. Mais que isso, mostra respeito por quem divide a via.

Ao entrar em uma estrada, a atitude correta é clara: ligar o farol e seguir em frente com segurança.

Em resumo: em 2025, a lei continua a mesma.

  • Carros: farol baixo nas rodovias simples e em casos de baixa visibilidade.
  • Motos: farol aceso sempre, sem exceção.
  • Coletivos: farol ligado em faixas e pistas exclusivas.

Cumprir a regra não é apenas obedecer à lei. É cuidar da própria vida e da vida de quem está ao redor.

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Jerffeson Leone

Jerffeson Leone possui ampla experiência na área de comunicação. Atuou na Rede Internacional de Televisão (MT) e foi diretor e redator do portal Informe Brasil. Atualmente, exerce o cargo de Diretor Executivo e Editor-Chefe do portal N1N, onde lidera a equipe editorial.