Um homem foi executado no município de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, na tarde deste domingo (8). Moradores encontraram o corpo em uma área de terra e acionaram as autoridades após perceberem a presença da vítima caída no local.
As primeiras informações apontam que o crime ocorreu no bairro de Mapele. A vítima teria sido sequestrada e levada até o ponto onde morreu. No terreno, policiais encontraram marcas visíveis de sangue, o que reforça a suspeita de que os criminosos executaram o homem no próprio local, sem indícios iniciais de que tenham levado o corpo de outro endereço.
A vítima vestia apenas um short preto no momento em que moradores encontraram o corpo. O homem apresentava várias perfurações provocadas por disparos de arma de fogo. Um dos tiros atingiu a cabeça. A cena indicava violência extrema, o que chamou a atenção de quem passava pela região durante a tarde.
Policiais da 22ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Simões Filho) chegaram ao local pouco depois do acionamento e assumiram a ocorrência. A equipe isolou a área para preservar a cena do crime e evitar a circulação de curiosos, medida essencial para o trabalho da perícia.
O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou os procedimentos periciais ainda no local. Após a análise inicial, a equipe fez a remoção do corpo, que seguiu para o Instituto Médico Legal (IML). No IML, a vítima passará por exames necroscópicos.
Até agora, a polícia não confirmou oficialmente a identidade do homem. Os agentes não localizaram documentos pessoais no local, o que dificulta a identificação imediata.
Investigação em andamento em Simões Filho
Até agora, a polícia não divulgou informações sobre a autoria nem sobre a motivação do homicídio. A Polícia Civil ficará responsável pela investigação do caso em Simões Filho. Os investigadores devem ouvir moradores da região e buscar possíveis testemunhas.
A polícia reforça que a colaboração da população pode ser decisiva. A população pode repassar informações de forma anônima pelo Disque Denúncia, no número 181. O serviço garante o sigilo do denunciante.





