Saber o que não colocar no currículo é o primeiro passo para ser aprovado

Saber o que não colocar no currículo é o primeiro passo para ser aprovado
Saber o que não colocar no currículo é o primeiro passo para ser aprovado – Reprodução

 

Saber o que não colocar no currículo é o primeiro passo para ser aprovado. O currículo é geralmente o primeiro contato da empresa com o candidato. Por ser uma espécie de “cartão de visitas”, o documento deve possuir informações importantes sobre o profissional e que chamem atenção dos recrutadores. Saber o que não colocar no currículo é o primeiro passo para não inserir dados e itens desnecessários.

Por isso, separamos uma lista com o que evitar no currículo para os profissionais conseguirem transmitir o seu perfil com objetividade e clareza.

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Continue a leitura e confira:

Número de documentos 

Informar número de documentos, como CPF, RG, título de eleitor, habilitação, não ajuda o candidato porque são dados desnecessários.

Além de tomar tempo dos recrutadores, que possuem pouco tempo para ler e analisar todos os currículos enviados, não é recomendado informar o número de documentos sem que haja real necessidade para tal. Caso a vaga tenha como exigência a carteira de habilitação, indique apenas a categoria e não o número do documento.

Foto 

Caso a vaga não peça o envio de uma foto, não é necessário coloca-la no currículo por ser um fator irrelevante para o processo seletivo.

Em determinadas situações, pode até mesmo atrapalhar as suas chances de conquistar a vaga, principalmente se a foto não passar uma imagem profissional e também por não ser mais uma recomendação atual para os currículos.

Pretensão salarial 

Assim como a situação da foto, a pretensão salarial só deve ser solicitada quando o processo seletivo especificar que o profissional envie essa informação.

Quando isso acontecer, é importante realizar uma pesquisa sobre a média salarial do mercado em sua área de atuação, além de avaliar os seus conhecimentos, experiência, etc.

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Curriculum vitae como título 

Antigamente, era comum colocar no início do currículo uma espécie de título escrito em caixa alta CURRICULUM VITAE.

No entanto, o hábito foi abandonado ao longo dos anos. Atualmente, entende-se que o mais importante inicialmente é o nome do candidato, seguido por seus dados pessoais e demais informações profissionais.

Assinatura 

A assinatura é um item totalmente dispensável em um currículo. Para comprovar as suas informações, o recrutador utiliza outros recursos, incluindo a entrevista e as demais etapas do processo de seleção.

Referências profissionais

As referências profissionais, quando solicitadas pela vaga, devem aparecer em uma folha a parte do currículo. Referência é diferentes de experiência profissional. No primeiro caso, o candidato informa contatos para conceder recomendações sobre a sua atuação. Já no campo da experiência devem constar dados sobre as empresas pelas quais passou, período e funções.

É necessário colocar idade no currículo?

Tradicionalmente a idade faz parte dos itens discriminados no currículo. É comum que as pessoas tenham medo de informar a idade no currículo com medo de serem descartadas, sem terem ao menos a chance para se apresentarem na entrevista. A questão é controversa e divide opiniões.

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Por um lado, alguns recrutadores afirmam que esse é um dado importante para alguns cargos que levam em consideração a experiência de vida do profissional, como é o caso de gestão.

No entanto, os candidatos se sentem ameaçados com o peso que é dado à idade no mercado. Uma dica é ter um currículo objetivo, prático, que foque na experiência e na busca por aprendizado e qualificação.

Fonte: E+B Educação | Gabriele Silva

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