Presidente do Senado defende prorrogação do Auxílio Emergencial

Presidente do Senado defende prorrogação do Auxílio Emergencial
Presidente do Senado defende prorrogação do Auxílio Emergencial © Marcelo Camargo/Agência Brasil

Presidente do Senado defende prorrogação do Auxílio Emergencial.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, defendeu o estudo da prorrogação do auxílio emergencial no Congresso Nacional. A declaração foi dada em um evento econômico promovido pelo banco BTG Pactual.

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Segundo Pacheco, cabe ao Legislativo tomar frente, seja como protagonista ou coadjuvante, do assunto junto ao Palácio do Planalto. O presidente do Congresso ressaltou, também, a necessidade de um programa social mais robusto que o Bolsa Família.

“O que nos cabe agora, como homens públicos, responsáveis, dentro dessa responsabilidade social, mas obviamente sem olvidar da responsabilidade fiscal, é identificarmos se esses quatro meses do auxílio emergencial serão suficientes ou se precisaremos estender por mais um ou dois meses”, disse Pacheco.

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“Precisaremos estabelecer a discussão e a implantação efetiva de um programa social que incremente ou substitua, como se queira, o Bolsa Família, atingindo o maior número de pessoas realmente necessitadas e que possa eventualmente ter um valor um tanto mais acrescido”, concluiu.

 fala de Rodrigo Pacheco vai de encontro com a opinião do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL). O parlamentar afirmou que vê espaço para estudos do Congresso sobre um novo programa social fixo. A data marca o fim dos pagamentos previstos para a segunda rodada do auxílio emergencial, e com isso torna-se necessária, na visão de Lira, a reformulação do Bolsa Família.

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“Esse é um texto que terá que ser proposto pelo governo, mas vamos trabalhar para que ele seja votado em 2021”, disse em entrevista à revista Exame.

O Palácio do Planalto também estuda a possibilidade da prorrogação do benefício, mas ainda não divulgou como seria a nova rodada de pagamentos. Nos bastidores, o Ministério da Economia estuda fixar as parcelas do auxílio em R$ 250 e, após o fim da pandemia, manter o valor para beneficiários do Bolsa Família.

Fonte: Agência Brasil

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