Pix permitirá a movimentação de mais dinheiro; veja como saber seu limite

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A partir desta segunda-feira (dia 1º), os brasileiros poderão movimentar mais dinheiro por meio do Pix, sistema de pagamento desenvolvido pelo Banco Central (BC). O limite ainda estará vinculado ao perfil do cliente de um banco, levando em conta o poder aquisitivo, mas será aumentado com regra prevista para entrar em vigor hoje.

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Os bancos podem prever restrições e limites. Mas há alteração na regra sobre o mínimo de movimentação possível. Até este domingo, o limite mínimo era equivalente a 50% do previsto para transferências em TED (transferência bancária) ou 100% do limite para gastos em cartão de débito.

O  limite mínimo é de 100% do valor permitido em TED e também o total permitido de gastos em cartão de débito.

Essa transição da norma já estava prevista desde o lançamento do sistema de pagamento simultâneo.

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As informações são de que as regras serão modificadas ainda nesta segunda-feira (1º).

Como saber seu limite?

Para saber o limite exato de transferência por Pix, o correntista deve entrar em contato com o banco ou informar-se por meio de aplicativo da instituição financeira.

O que é o Pix?

O Pix é um novo jeito de fazer pagamentos criado pelo Banco Central. É totalmente digital, é instantâneo, ou seja, o dinheiro vai de uma conta para a outra em até 10 segundos. Ele pode ser feito a partir de uma conta corrente, conta poupança ou conta de pagamento pré-paga. Na prática, permite que qualquer pagamento ou transferência que antes era feito usando meios como TED, cartão ou boleto, seja feito, por exemplo, direto do aparelho celular. É totalmente gratuito para pessoas físicas e, de acordo com o Banco Central, barato para as empresas.

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Segundo o Banco Central, o Pix foi criado porque não existia no Brasil uma ferramenta eletrônica que fosse acessível, prática e instantânea. Ou seja, veio para aumentar as opções disponíveis e democratizar o acesso a meios de pagamentos digitais. Além de aumentar a velocidade de pagamentos, o Pix está trazendo mais competição no mercado, proporcionando serviços melhores e mais baratos ao consumidor. Ele também permite a redução do custo do país com a produção e a distribuição do dinheiro em espécie. E pode ser um vetor para a inclusão financeira dos milhões de brasileiros que hoje não têm acesso a serviços financeiros.

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Como usar o Pix?

Para usar essa ferramenta, basta fazer um cadastro da Chave Pix, uma espécie de identificação do usuário, que pode ser o CPF ou CNPJ, o número do telefone celular ou endereço de e-mail.

Na prática, funciona assim: Em vez de pedir agência, conta e dados pessoais do recebedor, basta pedir a Chave Pix. Então, ao invés de informar manualmente todos os dados bancários, a pessoa que vai, por exemplo, receber o pagamento, informa apenas o número do telefone celular. Ao fazer um Pix, o sistema identifica as informações da conta do credor a partir dessa chave.

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