Novo Bolsa Família deve ser liberado após pagamento do auxílio emergencial

Cerca de 700 mil inscritos do Bolsa Família não receberão Auxílio Emergencial
– Reprodução

O novo modelo de pagamentos do Bolsa Família já está pronto, o governo pretendia libera-lo no mês de fevereiro, contudo com as mudanças relacionadas aos programas emergenciais, bem como o retorno do auxílio emergencial a estimativa é que o governo libere o Bolsa Família Turbinado após o mês de junho, quando o governo liberará a ultima parcela do Auxílio Emergencial.

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Dentre as diversas mudanças relativas ao novo Bolsa Família estava o ticket médio que atualmente paga valores de R$ 192 e com a reformulação vai pagar um ticket médio superior aos R$ 200.

Principais mudanças

Além do novo ticket médio que será superior aos R$ 200, o novo Bolsa Família oferecerá opção de microcrédito digital produtivo, que deverá ser liberado aos micro e pequenos empreendedores formais e informais.

Outro vantagem proposta com a alteração do Bolsa Família é a criação do auxílio-creche no valor de R$ 250 destinado às mães que tenham filhos pequenos para que estas tenham a possibilidade de pagar uma creche e consigam trabalhar fora de casa para prover maior renda.

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Três novas bolsas serão criadas que serão oferecidas por mérito, no âmbito escolar, esportivo e cientifico. Contemplando os estudantes inclusos no programa que tenham um bom desempenho em tais áreas.

Também haverá o reajuste relacionado a renda, o que permitira que 300 mil novas famílias ingressem no programa. Onde a situação de extrema pobreza, atualmente reconhecida quando a renda é de até R$ 89 por pessoa, subirá a cerca de R$ 92 por pessoa. Já a situação de pobreza, quando a renda é de até R$ 178 por pessoa, será alterada para aproximadamente R$ 192 por pessoa.

Sobre o Bolsa Família

Criado em 2013, o Bolsa Família é um programa da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc), que contribui para o combate à pobreza e à desigualdade no Brasil. Ele possui três eixos principais: complemento da renda; acesso a direitos; e articulação com outras ações a fim de estimular o desenvolvimento das famílias.

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A gestão do Bolsa Família é descentralizada, ou seja, tanto a União, quanto os estados, o Distrito Federal e os municípios têm atribuições em sua execução. Em nível federal, o Ministério da Cidadania é o responsável pelo Programa, e a Caixa Econômica Federal é o agente que executa os pagamentos.

Com Jornal Contábil

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