É verdade que o WiFi altera seu cérebro?

É verdade que o WiFi altera seu cérebro?
É verdade que o WiFi altera seu cérebro? © Freepik

É verdade que o WiFi altera seu cérebro?

O uso excessivo de telefones celulares e WiFi pode alterar as ondas cerebrais? De acordo com estudos recentes, sim. Não foi provado se o Wi-Fi altera seu cérebro ou causa uma patologia específica, mas o uso excessivo do celular tem um efeito. O Instituto Politécnico Nacional ( IPN) desenvolveu um aplicativo que permite determinar as áreas onde há maior concentração de radioatividade.

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No México, o impacto que os campos eletromagnéticos causam no corpo tem sido pouco abordado. E embora não tenha sido comprovado que causam uma patologia específica, sabe-se que o uso excessivo de telefones celulares (celulares e WiFi) produz um efeito térmico.

Além disso, estudos recentes mencionam que as ondas eletromagnéticas desses sistemas de comunicação alteram as ondas do cérebro. O alerta foi feito por Marco Antonio Acevedo Mosqueda, doutor em Ciência da Computação pela Escola Superior de Engenharia Mecânica e Elétrica Zacatenco.

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Poluição eletromagnética

Acevedo Mosqueda e outros pesquisadores do IPN desenvolveram um aplicativo móvel para alertar a população sobre áreas geográficas com altos níveis de poluição eletromagnética. Essa contaminação é produzida por redes de comunicação sem fio, como WiFi e telefones celulares, que em 2018 registraram quase 70 milhões de usuários no México.

A telefonia móvel é uma tecnologia sem fio baseada em uma extensa rede de estações base que transmitem informações por meio de sinais de radiofrequência. Existem mais de 1,4 milhões de estações base em todo o mundo. Este número está aumentando consideravelmente devido ao surgimento de novas tecnologias.

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No México, pouco se falou sobre o impacto dos campos eletromagnéticos. Um grupo politécnico de especialistas registrou este aplicativo móvel no Instituto Mexicano de Propriedade Industrial (IMPI) para medir os níveis de sinal emitidos por redes sem fio.

Para que serve exatamente este aplicativo?

A ferramenta é destinada a usuários finais. Isso a fim de fornecer uma consulta que pode ser exibida diretamente em seu dispositivo móvel com sistema operacional Android.

Tem a vantagem de utilizar as informações do GPS do aparelho e mostrar os níveis dos sinais emitidos na área em que se encontra. Esses dados são enviados para um servidor central de forma simples e controlada.

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Este desenvolvimento integra também uma aplicação web de gestão e consulta. Destina-se a trabalhar com usuários, monitores, áreas de monitoramento, estudos de caso, registros de monitoramento, níveis recomendados por normas oficiais e documentação informativa complementar.

Os alertas implantados pelo sistema de monitoramento permitirão que as pessoas conheçam os locais com altas concentrações de radiação eletromagnética para evitá-los ou passar o menor tempo neles.

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Para comprovar a eficácia da aplicação, especialistas realizaram testes na ESIME Zacatenco com bons resultados. Atualmente não existe um sistema semelhante para medir a poluição eletromagnética, por isso seu desenvolvimento pode ter um grande impacto no futuro.

Além de Acevedo Mosqueda, participam do projeto os pesquisadores da ESIME Zacatenco, Miguel Sánchez Meraz e Federico Felipe Durán, além da professora Sandra Luz Gómez Coronel, da Unidade Profissional Interdisciplinar em Engenharia e Tecnologias Avançadas (UPIIITA), também do IPN.

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