Bolsonaro afirma que haverá novo aumento nos preços dos combustíveis

Bolsonaro afirma que haverá novo aumento nos preços dos combustíveis
Bolsonaro afirma que haverá novo aumento nos preços dos combustíveis © Shutterstock

Bolsonaro afirma que haverá novo aumento nos preços dos combustíveis.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que a Petrobras deverá reajustar novamente os preços dos combustíveis até dia 20 de novembro. A declaração foi dada em entrevista aos jornalistas após a reunião do G-20, nesta segunda-feira (01/11).

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Bolsonaro, no entanto, não adiantou de quanto será o reajuste e ressaltou ter a informação extraoficialmente. Ao ser questionado sobre a greve dos caminhoneiros, iniciada nesta segunda-feira, o presidente garantiu acompanhar os desdobramentos junto ao Ministério da Infraestrutura.

“Estou acompanhando, estamos acompanhando. Agora, uma notícia que dou para vocês, eu tenho pressa, a Petrobras já anuncia, eu sei extraoficialmente, novo reajuste daqui a uns 20 dias”, disse.

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Bolsonaro ainda criticou os reajustes da Petrobras e afirmou que os aumentos prejudicam os mais pobres. Entretanto, não informou se irá pedir mais tempo para efetivar o reajuste ou se tomará outra providência para evitar os ajustes nos combustíveis.

“Isso não pode acontecer. A gente não aguenta, porque atrela… O preço do combustível está atrelado à inflação, você falou em inflação, você perde o poder aquisitivo, e a população não está com o salário preservado ao longo dos últimos anos. Os mais pobres sofrem”, completou.

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Na última terça-feira (26/10), a Petrobras anunciou o reajuste da gasolina (7%) e do diesel (9%) nas refinarias. Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), os combustíveis apresentaram alta de 4,5% na última semana.

O preço dos combustíveis é a principal causa da greve dos caminheiros autônomos, que reclamam da política de preços da Petrobras. Segundo a categoria, a medida prejudica o trabalho dos caminheiros e acaba diminuindo os lucros do transporte.

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A paralisação, no entanto, ainda não teve a adesão esperada por lideranças. Não há registros de rodovias paralisadas ou de caminhoneiros que pretendem parar os serviços. As informações foram repassadas pelo Palácio do Planalto.

Fonte: Brasil Econômico

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