Auxílio Emergencial: saiba quem vai receber a nova prorrogação

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A Nova rodada de pagamentos pelo auxílio emergencial tem alterações em Brasília. Na última semana, representantes do governo federal informaram que irão aumentar o limite de renda para os segurados do projeto. Nesse lote, terá direito ao benefício aqueles que tiverem R$ 600, por pessoa, como renda per capita. Entenda quais os demais critérios de inclusão.

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Os ministérios da economia e da cidadania permanecem atuando fortemente nas edições das novas parcelas do auxílio emergencial.

Após a comprovação de que o benefício deverá ser mantido por mais três meses ao longo deste ano, os gestores agora correm para definir os critérios de inclusão e valores a serem concedidos.

A última grande novidade divulgada pelo projeto é de que o limite de renda per capita, que anteriormente tinha sido de R$ 550, agora passará a ser de R$ 600, permitindo com que um novo grupo de pessoas possa receber os salários. Ao todo, cerca de 40 milhões de brasileiros serão beneficiados nesse lote.

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Divisão dos contemplados do auxílio emergencial por grupo

A previsão é de desse total de 40 milhões, cerca de 20 milhões sejam segurados do bolsa família e os demais trabalhadores de baixa renda. Mesmo com a ampliação do limite financeiro, o número final de segurados ficará menor que os 65 milhões aprovados em 2020.

Segundo o ministro da economia, Paulo Guedes, a redução foi necessária para poder garantir a folha de pagamento do auxílio.

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Ele espera que com o congelamento do salário dos servidores públicos da União, estados e municípios o governo consiga levantar todos os recursos necessário para a manutenção do projeto sem ultrapassar o teto de gastos.

A proposta já está sendo trabalhada por meio da PEC Emergencial, sendo implementada como uma emenda na Constituição, devendo ser analisada e validada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, ao longo dos próximos dias.

Processo de triagem para os novos segurados

Para poder fazer a seleção dos segurados, o governo deverá ainda reavaliar todos os registros feitos no Cadastro Único que atualmente conta com a participação de mais de 128 milhões de brasileiros.

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A ideia é que haja um cruzamento de dados levando em consideração não só o critério de renda, mas também a situação familiar da população. Outra observação a ser feita, segundo os gestores, é que a triagem não avaliará a renda mensal, mas sim a trimestral e semestral, tendo em vista que há mudanças no lucro de quem não trabalha de forma fixa.

De modo geral, 40 milhões de pessoas deverão permanecer recebendo o benefício, incluindo os segurados do Bolsa Família.

Novo valor do auxílio emergencial

No que diz respeito aos valores a serem liberados, há inúmeras propostas em análise. Primeiro o governo sugeriu uma mensalidade de R$ 200, na sequência ampliou para R$ 250 e depois para R$ 300.

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Já a quantidade de parcelas pode variar entre três ou quatro, a depender da definição orçamentária da pasta. Para as mães de família solteiras, ainda não foram liberados informes sore a duplicidade do benefício. Em 2020, o grupo pode receber até R$ 1.200 por mês.

Se fixado o valor de R$ 250 em quatro vezes, o governo federal deverá ter um gasto de aproximadamente R$ 30 bilhões.

Fonte: FDR|Terra

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